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Cemitério histórico gonçalense sofre com problemas de focos de dengue

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Tamanho da fonte: A- A+ Por: Déborah Manhanini 26/01/2012

Fundado em 1842, nas terras do então Barão de São Gonçalo, hoje tem sua estrutura abalada. Local possui túmulos quebrados além de focos de mosquito transmissor da doença

O cemitério histórico no Pacheco, em São Gonçalo, sofre com a aparente falta de manutenção. Fundado em 1842, nas terras do então Barão de São Gonçalo, hoje tem sua estrutura abalada. Apesar de possuir poucos túmulos, o local ainda guarda uma história importante, já que parte dos restos mortais de Belarmino Ricardo de Siqueira, primeiro e único barão com grandeza de São Gonçalo estão enterradas lá.

Quem tem parentes enterrados no local, como o aposentado Luiz Miguel Santos, de 69 anos, conta que sente o descaso.

“Não é porque as pessoas morreram que não merecem cuidado. Toda vez que venho aqui me deparo com túmulos quebrados e mato alto. Acho que poderia ser feita uma constante manutenção”.

Vizinhança assustada- Vizinhos ao cemitério temem a dengue. A dona de casa Luiza Helena Ramos, 36 anos, relata que no início da noite os mosquitos invadem as casas e isso se deve aos vasos de plantas do cemitério.

“Aqui tem muito mosquito, principalmente ao anoitecer. Os vasos de plantas sempre têm água e viram criadouro de mosquito. Todo mundo aqui tem medo da dengue”, contou.

A Secretaria municipal de Administração informou que uma equipe limpa o cemitério diariamente e agentes da vigilância ambiental colocam larvicidas nos vasos.


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